Cidadania e estudos do meio

Educandos pelo mundo

A competência 10 da BNCC trata Cidadania e Responsabilidade. É uma competência que se volta para a coletividade. Que propõe uma ação pessoal e coletiva com flexibilidade, resiliência, responsabilidade e autonomia.

A importância dessa competência exige que ela esteja inserida em todos os currículos de todas as áreas de conhecimento e seja explorada nas atividades propostas pela escola.

No caso das viagens pedagógicas, essa competência é mais uma que pode e deve ser desenvolvida de forma sistemática. O aluno deve ser estimulado a olhar o mundo que lhe é apresentado com um olhar ativo de protagonista e não de passivo ou omisso. Ele deve se sentir apto a interferir no mundo com o intuito de transformá-lo para melhor, atuando de modo responsável e sustentável em todas as questões ambientais, sociais e relacionais de modo a construir uma sociedade mais justa, igualitária e solidária.

As viagens de estudo do meio devem, portanto, não apenas prover entretenimento e diversão, mas estimular a inserção de princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

Os estudos do meio devem ser planejados com o objetivo de gerar uma participação ativa na resolução de problemas atuais, levando em conta seus direitos e deveres como cidadãos.

A escola deve planejar suas viagens pedagógicas com a intenção de despertar o  senso crítico e o levantamento de propostas de solução dos problemas da sua comunidade e do mundo.     

As discussões sobre ética devem estar presentes em todas as atividades escolares, como também nas viagens de estudo do meio, os quais são momentos oportunos   para exercitar esse papel de agente de transformação do mundo.

As viagens não devem existir na escola apenas para o desenvolvimento da fruição, para fomentar amizades ou gerar diversão. O estudo do meio não é somente turismo, e – sim – uma possibilidade de exercício de cidadania. Mais do que apresentar o mundo aos alunos, a escola deve estimular uma transformação do mundo.

Sobre o Autor

Max Franco
Formado em Letras, é professor de Língua Portuguesa, língua Italiana, Literatura, Redação e Storytelling, além de Guia de Turismo. É pós-graduado em Inovação em educação e mestre em Gestão de negócios. Max Franco trabalha com educação faz 30 anos, tendo experiência internacional e em escolas e faculdades de São Paulo e Fortaleza. É autor de 7 livros, entre eles “Storytelling e suas aplicações no mundo dos negócios”, lançado pela Editora Atlas em 2015. É consultor de diversas Empresas de consultorias em São Paulo e Rio de janeiro, trabalhando sempre com o tema Storytelling. Max Franco acumula experiências de ministrar treinamentos empresas de marcas de renome nacional: Globosat, Estadão, Mauricio de Sousa Produções, Universidade corporativa Ernst Young (EYU), Inova Business School, Instituto brasileiro de formação de educadores, entre outras. Atualmente, é, também, coordenador do curso de Pós-graduação em Metodologias ativas do IBFE, além de palestrante indicado por consultorias de todo o Brasil. Livros escritos - Na corda bamba, romance, 2007; - O confessor, romance, 2008; - No fio da navalha, romance, 2009; - Palavras aladas, 2011 (Prêmio Milton Dias de melhor livro de crônicas de 2010 – Secult CE); - Palavras amargas, (Prêmio Oliveira Paiva de melhor livro de contos- SME Fortaleza); - Storytelling e suas aplicações no mundo dos negócios, Editora Atlas, 2015; - A jornada do aprendiz: storytelling e metodologias ativas, Unità Editora, 2018. - Inovação em sala de aula (Coautor), Unità Editora, 2018.

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